quatro anos atrás, você guardou isto…
O mar ainda estava quente e a praia era só nossa.
guardar, e reencontrar
O doomo é um caderno de lembranças. Uma palavra recebida, um bom momento, um pequeno orgulho — guardados em segundos, criptografados no seu celular e devolvidos anos depois.
Grátis
o ponto de partida
Existem frases que a gente recebe e não quer perder. Uma noite da qual não sobrou nada escrito. Um pequeno orgulho que ninguém viu.
Acabam numa conversa que você nunca mais vai abrir, ou em lugar nenhum. O doomo é o lugar para guardá-las — e para reencontrá-las mais tarde, quando você já não estava procurando.
em alguns segundos
Sem formulário, sem campo obrigatório. Você só escolhe o que é:
uma palavra recebida
“Você nem percebe, mas me ajudou muito este ano.”
um bom momento
O lago ao amanhecer, sem ninguém por perto.
um pequeno orgulho
Conduzi a reunião sem anotações, e ninguém viu que eu tremia.
uma frase guardada
Não guardamos os dias, guardamos o que eles deixaram.
Acrescente de quem veio e de onde, se quiser. Se não, deixe: uma lembrança sem etiqueta continua sendo uma lembrança.
Você também pode anexar uma imagem ou um áudio, quando as palavras não bastam.
sem procurar
Suas lembranças se organizam sozinhas, mês a mês. E de vez em quando o doomo devolve uma para você.
Tudo o que você guardou, organizado por mês, sem nada para arquivar. Você nunca precisa decidir onde cada coisa vai.
“Quatro anos atrás, você guardou isto…” Uma lembrança volta à tona, escolhida pelo doomo, num momento em que você não esperava.
O que você guardou nesta mesma data, nos anos anteriores. A data mais carregada de sentido costuma ser simplesmente a de hoje.
Você marca o momento, o doomo devolve a lembrança. Para aquela que você quer reler num dia específico, ou simplesmente quando estiver melhor.
você continua no comando
Uma palavra de alguém que não está mais aqui, uma conquista que custou caro. Para cada uma, você pode pedir ao doomo que não a traga de volta sozinho: ela continua no seu caderno, na data dela, em cores plenas — mas é você quem vai buscá-la.
privado de verdade
Sem cadastro, sem e-mail, sem senha. Você abre o aplicativo e escreve.
O que você escreve, suas imagens e seus áudios não chegam até nós. Ficam no seu celular, a menos que você decida proteger seu cofre — e aí saem criptografados.
O texto das suas lembranças é criptografado no aparelho, com uma chave guardada no cofre de segredos do sistema, que nunca sai do seu celular.
Sem medição de audiência, sem estatísticas de uso, sem rastreador de anúncios.
Nunca. Nem banner, nem inserção, nem recomendação patrocinada.
Um caderno fica aberto em cima da mesa. Você pode exigir o código, o padrão, a digital ou o rosto do seu celular toda vez que o doomo abrir. Quem verifica é o sistema: seu código nós nunca vemos, só sabemos que foi aceito.
O microfone para gravar um áudio, a câmera para tirar uma foto — cada uma pedida no momento em que você usa. No iPhone, o Face ID pede uma terceira, e só se você ativar o bloqueio. Sem contatos, sem localização, sem acesso à sua galeria.
Premiumo cofre protegido
Uma cópia do seu cofre vai para um lugar seguro depois de cada adição, e você a recupera inteira num celular novo. Ela é criptografada antes de sair do seu aparelho: não podemos lê-la, e isso não é uma política — não temos a chave.
O texto é selado com AES-256 no seu celular, antes de qualquer conexão. Suas imagens e seus áudios também, cada um com a própria chave, e os nomes dos arquivos não revelam nada do conteúdo.
Sem cadastro, sem e-mail, sem senha — nem no Premium. Seu cofre é reconhecido por uma assinatura derivada das suas doze palavras: não existe tabela de usuários para vazar.
Em servidores em Paris, sem nenhuma transferência para fora da União Europeia.
A cópia sai sozinha depois de cada adição, assim que houver rede. Nada para acionar, nada para salvar na mão: é justamente esse o ponto.
o que o doomo não é
Ninguém para seguir, nada para publicar, nenhuma curtida para receber. Nenhuma sequência para não quebrar, nenhuma notificação cobrando o seu silêncio.
Você só escreve quando algo merece ser guardado. Três vezes por semana ou três vezes por ano, o doomo funciona igual.
para quem
as perguntas que voltam
Sim. O doomo é grátis para baixar e usar, sem anúncios e sem limite de lembranças guardadas. Uma opção paga — proteger seu cofre — acrescenta uma cópia criptografada on-line que devolve seu caderno num celular novo: mensal, anual ou em uma compra única vitalícia. Todo o resto funciona sem ela.
Não. Não há cadastro, nem e-mail, nem senha. Você instala o aplicativo e escreve sua primeira lembrança na sequência.
No seu celular. Por padrão, o doomo não envia nada para nenhum servidor: nem para quem o publica, nem para terceiros. Se você ativar a opção de proteger seu cofre, uma cópia criptografada também fica em servidores em Paris — selada no seu aparelho antes de sair, e ilegível para quem publica o app, que não tem a chave.
O texto das suas lembranças é criptografado no aparelho, com uma chave guardada no cofre de segredos do sistema, que nunca sai do seu celular. As imagens e os áudios anexados são arquivos comuns no espaço privado do aplicativo. Se você proteger seu cofre, tudo é criptografado antes do envio, anexos inclusive, cada um com a própria chave.
Completamente. O doomo não precisa de conexão para guardar uma lembrança, reler uma ou devolver uma para você. A proteção do cofre, se você tiver ativado, só espera a rede aparecer.
Sim, se você tinha protegido seu cofre: suas doze palavras o reabrem inteiro no celular novo, com lembranças, imagens e áudios. Sem essa opção, não — a chave de criptografia nunca sai do aparelho, então o caderno não se restaura em outro lugar. E nos dois casos, ninguém pode abri-lo no seu lugar, nem nós.
Nem uma coisa nem outra, nunca. Sem medição de audiência, sem estatísticas de uso, sem rastreador de anúncios, sem banner. A opção paga não muda nada disso: o que sai vai criptografado, e quem publica o app não consegue ler.
Um diário precisa ser mantido: espera uma entrada por dia. O doomo não pede nada. Você só escreve quando algo merece ser guardado, e é ele que volta até você mais tarde.
Pode. Uma imagem ou uma gravação, para quando as palavras não bastam. O doomo só pede o microfone e a câmera no momento exato em que você os usa.
Enquanto o seu celular funcionar, nada: suas doze palavras continuam à vista, a qualquer momento, nos ajustes do doomo. O problema só aparece se você perder o celular sem tê-las guardado em outro lugar — aí ninguém consegue reabrir a cópia on-line, nem quem publica o app, que não tem a chave. É o preço desse nível de proteção.
Dá. Nos ajustes você pode exigir o código, o padrão, a digital ou o rosto do seu celular toda vez que o aplicativo abrir. Quem verifica é o sistema, não o doomo: seu código nunca chega até nós, e o aplicativo só sabe que o bloqueio foi vencido. Ele vem desligado e exige que o seu celular esteja protegido.
No iPhone a partir do iOS 15.1 e em celulares Android a partir do Android 8.0. O aplicativo está traduzido em onze idiomas.
Comece por uma lembrança. Aquela que te veio à cabeça enquanto você lia esta página.